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domingo, 10 de agosto de 2014

COLÉGIO RIO BRANCO - ESPAÇO CULTURAL LUCIANO BASTOS

                                                                                                          
Prédio histórico do Colégio Rio Branco em 1935. Construído por José Carlos Campos e residência do Padre Mello em 1911.



       O Colégio Rio Branco (hoje Espaço Cultural Luciano Bastos) foi fundado em 1920 pelo Professor José Costa Jr. Funcionou incialmente na rua Aristides Figueiredo.

          Em 1930 foi transferido para o prédio no Alto de Santa Rita, hoje Praça Amaral Peixoto. O casarão para onde se transferiu o Colégio foi construído em meados do séc. XIX para servir de residência a José Carlos Campos, grande fazendeiro na região. Foi também residência do Padre Mello, em 1911. É o que o historiador Antonio Dutra nos revela em um de seus artigos publicados em 1961 no jornal A Voz do Povo, intitulado "Bom Jesus há meio século":

      “... no Largo Santa Rita existia apenas o prédio que é hoje o Ginásio Rio Branco, que fôra construido por José Carlos Campos para sua residência e era então ocupado pelo Padre Mello, que ali morava em companhia da velha d. Cândida, sua tia, e de d. Mariquinhas, sua irmã”. 
                  

        Desde sua fundação, o Colégio Rio Branco funcionava com internato e externato, e logo Bom Jesus tornou-se polo educacional da região, tendo sido o primeiro colégio a oficializar o ensino ginasial, isto em 1936.
       Com noventa anos de serviços educacionais no Vale do Itabapoana, encerrou as atividades após o falecimento de seu diretor Luciano Bastos, em fevereiro de 2011.
        Em Agosto de 2011 aí foi criado o Espaço Cultural Luciano Bastos, homenageando aquele que por 53 anos esteve à frente da direção da escola. 
           Estamos completando três anos dedicados à conservação desse histórico prédio e seu acervo, bem como à promoção de atividades culturais.
         A todos que, no Colégio Rio Branco, contribuíram para o ensino e também aos que frequentaram os seus bancos escolares, prestamos nossas homenagens.

                                                   
Luciano Augusto Bastos, nosso Patrono: 53 anos à frente da direção do Colégio Rio Branco

                                                

      




sábado, 8 de fevereiro de 2014

Luciano Bastos: três anos sem ele!

Na foto, Luciano Bastos, que sempre se dedicou a causas comunitárias, no Jubileu de Ouro do Rotary Club, em 13 de Junho de 1997, ocasião em que foi o orador oficial




   
Se estivesse vivo, o advogado e político Luciano Augusto Bastos completaria 86 anos no dia 21 de janeiro. Ele, que também foi jornalista e professor, morreu no dia 08 de fevereiro de 2011.

Durante toda a sua vida dedicou-se à Educação, tendo sido, por mais de 50 anos, Diretor do Colégio Rio Branco.

Luciano Bastos foi casado com Leny Borges Bastos, com quem teve quatro filhos: Claudia Martins Borges Bastos do Carmo, Gino Martins Borges Bastos, Francia Martins Bastos da Silveira e Paula Martins Borges Bastos.

Seus filhos, como homenagem, deram seu nome ao Espaço Cultural que preserva a memória do Colégio Rio Branco e ali se propõem a investir em tudo que ele sempre valorizou.

Parece que foi ontem, mas já se vão três anos sem ele!

Desejamos, por isso, relembrá-lo com carinho, dedicando-lhe o poema “Faz escuro, mas eu canto”, do poeta amazonense Thiago de Mello.


          Faz escuro mas eu canto,
          porque a manhã vai chegar.
          Vem ver comigo, companheiro,
          a cor do mundo mudar.
          Vale a pena não dormir para esperar
          a cor do mundo mudar.
          Já é madrugada,
          vem o sol, quero alegria,
          que é para esquecer o que eu sofria.
          Quem sofre fica acordado
          defendendo o coração.
          Vamos juntos, multidão,
          trabalhar pela alegria,
          amanhã é um novo dia.





terça-feira, 16 de julho de 2013

TIRO DE GUERRA DE BOM JESUS RECEBE INSTRUMENTOS MUSICAIS DA BANDA MARCIAL OLIVIO BASTOS, DO COLÉGIO RIO BRANCO


            O Tiro de Guerra de Bom Jesus do Itabapoana, representado por Jairo Adolpho Borges, seu Agente Administrativo, recebeu, nesta última sexta-feira, 12 de julho, a doação de instrumentos musicais da Banda Marcial Olívio Bastos, do Colégio Rio Branco, que deverão reforçar a Banda de Música daquela instituição.

        Maria Cecilia Costa Dias representando a presidente do ECLB, Claudia Bastos do Carmo, que não pôde comparecer, fez a entrega dos instrumentos na Sala de Exposição Permanente do Colégio Rio Branco, com a presença dos atiradores Cassione Ferreira da Silva e Lucas Inácio Xavier, do TG 01-001.

        O Tiro de Guerra de Bom Jesus teve sua história iniciada dentro do Colégio Rio Branco: ali foi criada a "Cia Militar do Colégio Rio Branco", que em 1926 formou a 1ª Turma de Reservistas do Tiro de Guerra de Bom Jesus do Itabapoana, tendo à frente o Sargento Alceu Soares. 


O Sargento Irineu Araújo Neto, surpreso ao tomar conhecimento de que o Tiro de Guerra de Bom Jesus iniciou-se dentro do Colégio Rio Branco, vendo a foto da 1ª Turma de Reservistas, ali formada  em 1926.

           Formado pela turma do TG de 1948, Luciano Bastos iniciou, em 1998, no jornal O Norte Fluminense - numa homenagem ao cinqüentenário de formatura, a publicação de uma série de pesquisas e memórias daquela época, denominada “Lembrança do Tiro de Guerra – Turma de 1948”. 
           Sua ligação com a instituição permaneceu durante toda a sua vida, sempre prestigiando e divulgando seus eventos.


Luciano Bastos e Tiro de Guerra de Bom Jesus: turma de 1948
                       
Diploma recebido por Luciano Bastos pelo Comando Militar do Leste, de Colaborador Emérito do Exército Brasileiro, concedido a pessoas de elevado conceito na comunidade, que tenham praticado ação destacada ou serviço relevante em prol do Exército.


Notícia veiculada no jornal O Norte Fluminense

                  O Espaço Cultural Luciano Bastos, que completará dois anos em agosto próximo, foi idealizado como forma de preservar o rico patrimônio cultural do querido Colégio Rio Branco, bem como todo o seu acervo, disponibilizando para  a comunidade o acesso a esses bens, e estimular a cultura local através do desenvolvimento de diversas atividades culturais.
                   
                 Com as doações efetuadas, em primeiro lugar ao Instituto de Menores, e agora ao Tiro de Guerra, o ECLB espera estar cumprindo o papel a que se propõe, desejando às Instituições recebedoras sucesso nas atividades desenvolvidas.



sexta-feira, 28 de junho de 2013

INSTITUTO DE MENORES ROBERTO SILVEIRA RECEBE DOAÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS QUE COMPUNHAM A BANDA MARCIAL DO COLÉGIO RIO BRANCO





    

        O Instituto de Menores Roberto Silveira recebeu, nesta quarta-feira, 26 de maio, a doação feita pelo Espaço Cultural Luciano Bastos, de instrumentos musicais que compunham a Banda Marcial Olívio Bastos, do Colégio Rio Branco. 

        A diretora da instituição, Irmã Sara Elizabeth Pelegrini, agradeceu ao Espaço Cultural Luciano Bastos, dizendo da importância dessa iniciativa, uma vez que os instrumentos musicais doados pelo ECLB darão oportunidade aos menores de se desenvolverem plenamente, por meio da música, aumentando sua autoestima. 

       A Presidente do ECLB, Claudia Bastos do Carmo, emocionada ao fazer a doação, lembrou a figura do pai, Luciano Bastos, que sempre fazia questão da participação ativa das normalistas do Colégio Rio Branco em várias festividades do Instituto de Menores, por entender que com essa interação todos eram grandemente beneficiados. 

Instituto de Menores, 1981: Raul Lopes, Luiz Teixeira (Cedae), Antonio Borges, Jorge Teixeira Azevedo, Luciano Bastos (Presidente do Centro Popular), Sebastião Alfeu (homenageado), Dr. Salim Tannus e Dr. Oliveiro Teixeira.
     
   Além disso, lembrou também que Luciano Bastos enquanto Presidente do Centro Popular Pró-Melhoramentos de Bom Jesus, sempre colaborou para o crescimento do Instituto de Menores. Em edição de 06 de agosto de 1994, de O Norte Fluminense, publicou: 

        “O Instituto de Menores tem importante papel no amparo ao menor e prestado relevantes serviços nesse setor, indispensável mesmo à harmonia social de nossa sociedade. Nunca se cogitou em fechar as portas, ao contrário, os esforços serão feitos no sentido de ampliar suas atividades amparando as crianças e adolescentes desvalidos.” 

Claudia Bastos do Carmo, do ECLB, entre a assistente social Daniele Péres Brites Moraes e a Diretora do Instituto de Menores, Irmã Sara Elisabeth Pelegrini.

         Foram entregues: vinte e um taróis, sete cornetas, duas tubas, dois pares de pratos, quatro surdos, três bumbos, dois tambores e uma escaleta.