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Cemitério de Bom Jesus do Itabapoana, RJ. Foto: Claudia B.B. do Carmo, 2016. |
Claudia Martins Borges Bastos do Carmo
Paula Aparecida Martins Borges Bastos
(atualizado em 04/04/2025)
A forma como se cultua e reverencia os mortos reflete os aspectos culturais de um povo. Os rituais dos puris e coroados, habitantes comuns nas paragens do Vale do Itabapoana em séculos passados, seguiam hábitos e costumes distintos daqueles que foram instalados na região pelos colonizadores que aqui chegaram no século XIX. Com estes últimos se deu início ao ritual de sepultamento dentro ou próximo de capelas e igrejas, sendo posteriormente esse hábito sido substituído pelo enterro em cemitérios.
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Cemitério de Bom Jesus do Itabapoana, RJ. Foto: Paula Bastos, 2025. |
Período Imperial
Os primeiros habitantes do povoamento de Bom Jesus foram sepultados junto à Capela de Santa Rita, construída em 1853, no denominado Alto de Santa Rita (atual Praça Amaral Peixoto).
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Alto de Santa Rita (seta amarela): local onde os primeiros habitantes de Bom Jesus foram sepultados. |
Em 1887, temos notícias de que o inspetor de cemitério da Freguesia do Senhor Bom Jesus do Itabapoana encaminhava a Campos a contabilização dos enterros feitos no local, relatório encaminhado trimestralmente (1).
Em 1889, deu-se a demissão do inspetor do cemitério que estava atuando na Freguesia. O motivo, indica a ata da Câmara de São José do Avaí (atual Itaperuna) seria por este “não residir na freguesia e sim, há mais de 20 Km de distância, exercendo o emprego de estafeto daquela linha”. Para o cargo foi nomeado “Herculano Rodrigues de Souza, morador dentro da freguesia, onde já ocupou esse cargo, nomeado pela Câmara de Campos” (2) (3).
Para inspetor do cemitério de Sant’Anna do Itabapoana (atual distrito de Rosal) foi nomeado, no mesmo ano de 1889, Venâncio C. Cunha (2).
Período Republicano
Na última década do século XIX, quando deu-se a primeira emancipação de Bom Jesus (1890-1892), constam nas atas da Intendência, segundo Luciano Augusto Bastos, a existência de quatro cemitérios no então 1º Distrito: um público (localizado no povoado, atual Bom Jesus) e três particulares (localizados nos atuais Carabuçu, Pirapetinga e Serra do Tardin) (4). A ausência de menção ao cemitério de Sant'Anna se explica por não ter este ficado, naquele período, em terras do efêmero município de Itabapoana.
Os cemitérios e seus inspetores
O Cemitério Público do povoado estava localizado em Bom Jesus, tendo por Inspetor, em 1890, o Sr. Antonio José dos Santos Lisboa, que, ao assumir o cargo, prestou juramento ante a municipalidade. Em 1892 o cargo de Inspetor passou a ser ocupado pelo sr Rodozino Rodrigues da Silva (4).
Em Carabuçu, o cemitério particular São João Batista, estava localizado na Serra da Liberdade, na fazenda pertencente aos herdeiros do então falecido Jacob Furtado Mendonça. Nos anos de 1890 e 1891, foram Inspetores do Cemitério o sr. João Climaco Barroso e o sr. Antonio Vicente Pereira, respectivamente (4).
Em Pirapetinga, o cemitério particular estava localizado na Fazenda do sr. João Pedro Lemgruber, sendo este o próprio Inspetor do cemitério (4).
Na Serra do Tardin, o cemitério particular tinha por Inspetor o sr. Francisco Tardin (4).
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Antigo Cemitério na Serra do Tardin. Foto: Blog Jornal O Norte Fluminense, 2016 |
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Antigo Cemitério na Serra do Tardin. Foto: Blog Jornal O Norte Fluminense, 2016 |
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O 2º Distrito da época da Primeira Intendência, Santo Antonio do Itabapoana (atual Calheiros), possuía cemitério com inspetor específico para o local (4).
Bom Jesus do Itabapoana: o urbano pede espaço
Em Bom Jesus do Itabapoana sede, a localização de seu cemitério sofreu alterações em virtude da expansão crescente da área urbana do antigo povoado. Dessa forma, há notícias de que os enterramentos ocorreram em três lugares distintos, em épocas diferentes:
1 - Cemitério no Alto de Santa Rita
2 - Cemitério no Monte Calvário (inicialmente conhecido como cemitério novo em oposição ao do Alto de Santa Rita, após a construção do novo e atual cemitério, passou a ser conhecido como “Cemitério Velho”)
3 - Cemitério Novo (Cemitério atual)
A localização do primeiro cemitério que se tem notícia, em Bom Jesus do Itabapoana sede, foi no Alto de Santa Rita. Quem nos dá informação desse cemitério é Romeu Couto, em crônica intitulada "O cemitério no Alto de Santa Rita", publicada originalmente no jornal A Voz do Povo (5):
O Alto de Santa Rita, por exemplo, já foi um silencioso e melancólico cemitério. O seu terreno, agora, profanado por nossos pés pecadores, já serviu de abrigo a centenas de corpos sem vida. Ainda hoje, quem se der ao trabalho de revolver algumas camadas de terras daquele local, poderá inteirar-se de sua santa utilidade em tempos idos. Tíbias, crânios e costelas encontradas em tais pesquisas, constituirão testemunho desta minha afirmativa.
Nesse cemitério existiam dois gigantescos eucaliptos, tendo sido um cortado a golpes de machado, enquanto outro ainda deslumbrava por seu porte quem por ali passava na década de 1930 (5).
Quando terá sido desativado esse cemitério não podemos afirmar, mas segundo Padre Mello, em 1891 já existia um cemitério no Monte Calvário, estando este, no ano de 1899, um verdadeiro "capoeirão". Mediante tal situação de abandono, relata o Padre ter assumido para a Paróquia a responsabilidade e cuidado pelo cemitério, com apoio de várias pessoas da comunidade (6).
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O morro do Calvário já abrigou um Cemitério no final do século XIX, tendo sido completamente desativado no final da primeira metade do século XX. Placa indicativa da subida para ao Monte Monte Calvário. Foto: Paula Bastos, 2025. |
O cuidado e manutenção da área do Monte Calvário parece ter continuado a ser um problema em 1907, quando em época de carnaval, o jornal Itabapoana, em tom de troça, apresentou o seguinte "folião" (7):
Um misérrimo esqueleto n'uma grotesca fantasia de capim-gordura e erva de Santa-Maria, vem nos pedir que reclamemos dos poderes competentes para o estado em que ele se acha, sem ter quem olhe para a sua vergonha.
Reconhecemos no folião o Cemitério Novo.
O desprezo do poder público e da população para com o cemitério existente em Bom Jesus levou Padre Mello a desabafar em uma carta a outro padre, após o Dia de Finados, no ano de 1916, sua indignação frente a essa falta de consideração local para com os restos mortais de seus antecessores (8).
Em 1930 já havia um outro "Cemitério Novo" (o atual cemitério de Bom Jesus), em oposição ao ainda existente "Cemitério Velho" (no Monte Calvário), gerando algumas críticas e desagrado com a situação de abandono daquele, como podemos observar em artigo assinado por Carvalho Junior, no jornal A Voz do Povo (9):
O cemitério velho é triste no seu abandono. É um cemitério que se aposenta; seu terreno sagrado, dentro em breve, tornar-se-á área construtiva. Em um futuro bem próximo, ali teremos novas praças com seus jardins, e ruas com casas a grimpar pelas encostas do Monte Calvario. Por sobre os túmulos dos que ali repousam, pisarão animais, rolarão veículos e passarão transeuntes na indiferença egoística de sua felicidade. É uma ironia bem triste à paz da morte e ao sono calmo da tumba!
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Início da subida para o Morro do Calvário. Como previsto no século passado, o local está totalmente integrado à vida urbana, com suas múltiplas ruas e casas. Foto: Paula Bastos, 2025. |
Em 1935 os dois cemitérios, velho e novo, ainda coexistiam, como podemos depreender no já citado artigo de Romeu Couto, em que aponta as diferenças entre o cemitério "de cá" e o "de lá" (5):
E no dia da festa, dos que deixaram de viver, no dia de finados? A necrópole de cá é toda movimento. As flores, onde se encontra, até aí, a diferença da sorte, deixam um ar impregnado de um odor cheio de doce tristeza, tristeza essa mais comovente por causa da luz cadavérica desprendida das mil-e-uma velas piedosamente acesas. A gente, enlevado, ouve até o cantochão. Lá, não há festa. Os poucos moradores não se dão ao luxo de tal solenidade. É por isso tudo que os defuntos gostam mais de morar do lado de cá. Aqui há conforto, visitas e outras cousas que constituem a felicidade do homem morto.
Padre Mello possuía um projeto de urbanização para o Monte Calvário, que só podia se concretizar com o encerramento definitivo do Cemitério ali instalado. Apesar de não estar havendo mais enterramentos no local, os túmulos antigos ainda persistiam e possivelmente alguns mortos ainda continuavam a ser pranteados por seus parentes e amigos, em especial no Dia dos Defuntos, como era chamado o que hoje denominamos Dia de Finados. Em respeito aos mortos e seus familiares, surgiu a proposta de levar os restos mortais e seus respectivos objetos funerários do Cemitério Velho para o Novo.
Esse planejamento envolvia uma remodelação do Cemitério Novo, de forma que Padre Mello elaborou um projeto que, em 1936, foi apresentado à Prefeitura de Itaperuna pelo vereador Coronel João Soares, concernente a melhorias na frente do cemitério do então distrito de Bom Jesus do Itabapoana. (10)
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Gradil de ferro trabalhado nos portões da entrada lateral do Cemitério. O projeto proposto da década de 1930 e efetivado na década de 1940, previa melhorias na fachada de frente do Cemitério. A entrada do Cemitério se dava por onde se conhece hoje como entrada laterial. Foto: Paula Bastos, 2025. |
Para a efetivação desse projeto, havia a necessidade de se dividir o novo cemitério em dois, o Municipal e o das Irmandades*, o que provavelmente ocorreu em fins da década de 1930, pois Padre Mello relata, em 1942, que essa divisão existia “desde há alguns anos”, e que o Livro para lançamento de termo de mausoléu ou campa havia sido “iniciado há dois anos mais ou menos” (11).
O terreno do cemitério das Irmandades se encontrava “em frente e aos lados da Capela separado do outro [o Municipal] por uma linha transversal que passa pelos fundos da mesma Capela” (11). A definição dessa linha foi decorrência de um acordo com a Prefeitura, separando “a área das Irmandades do terreno cedido ultimamente pela Egreja Paroquial à Prefeitura em troca dos elegantes trabalhos da frente ora terminados ou a terminar” (10).
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Toda a área do Cemitério em frente à Capela e em suas laterais foi reservada para o Cemitério das Irmadandes, cuja linha divisória com o Cemitério Municipal passava pelos fundos da Capela. Foto: Paula Bastos, 2015 |
O cemitério da Irmandade, explica Padre Mello “Destina-se ao enterramento das pessoas que pertençam a alguma Associação religiosa ou que não pertencendo mas sendo católicas prefiram o referido cemitério mediante contrato. É como se usa em todos os cemitérios de Irmandades”(11). Para não haver dúvidas, ressalta que
“como nenhuma Associação religiosa é proprietária do cemitério, tendo apenas o direito de nele serem sepultados os seus membros, torna-se por isso mesmo proprietária a Paroquia, a quem cabe o direito de contratar sepulturas perpétuas ou ad tempus, acompanhando a tabela da Prefeitura a quem, por sua vez pertencem os direitos do enterramento, como já ficou dito” (10).
Em 1942 parece ter sido efetivamente consumada a obra de entrada do cemitério, já sob a administração de uma Bom Jesus do Itabapoana emancipada. Nessa época, o planejamento de construção de ruas e casas no Monte do Calvário, que vinha sendo aventado por Padre Mello desde a década anterior, começava a se apresentar como uma ação iminente. Para concretizar efetivamente tal projeto, os túmulos e demais relíquias ainda existentes no Cemitério Velho precisavam ter um destino adequado. Dessa forma, Padre Mello determinou um prazo no primeiro semestre de 1942 para que as famílias manifestassem interesse em transferir esse material funerário para o Cemitério da Irmandade, no alto da colina do Cemitério Novo (10) (11).
Capela Nossa Senhora do Rosário
A Capela a que Padre Mello se refere como dividindo por seus fundos o Cemitério Municipal do das Irmandades é a mesma que persiste no local até os dias atuais, a de Nossa Senhora do Rosário, e notícias de missas fúnebres aí celebradas no Dia de Finados demonstram que se encontra ereta desde a década de 1920 (12) (13). Construída “soberana e altiva no alto do monte e de frente para a Matriz”, sua construção não estava voltada para a entrada do cemitério, mas sim para visão do centro de Bom Jesus e sua Igreja Matriz (12).
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Capela Nossa Senhora do Rosário, situada no alto da colina do Cemitério, muitas vezes chamada simplesmente de "Capela do Rosário", em jornais antigos do início do século XX. Foto: Paula Bastos, 2025.
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A entrada do cemitério se fazia no início do século XX pela entrada a que se tinha acesso pela chamada rua das “Bellas Flores” (atual rua João Ribeiro) (12). O acesso permanece nos dias atuais, porém passou a ser considerada uma entrada lateral.
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Rua interna do Cemitério pela entrada lateral, com acesso pela rua João Ribeiro. Foto: Paula Bastos, 2025. |
A entrada principal que conhecemos nos dias de hoje tem por acesso a rua da Igualdade, aberta e inaugurada nos anos 1960, e vai dar de frente com a entrada da Capela (12).
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Da entrada do Cemitério, ao final da rua da Igualdade, aberta na década de 1960, é possível vislumbrar o centro de Bom Jesus do Itabapoana, os fundos da Igreja Matriz e suas torres, bem como alguns dos morros que bordeiam a cidade. Foto: Paula Bastos, 2025. |
Arte fúnerária
É possível conceituar a arte funerária como sendo
uma forma de representação da cosmovisão vivenciada e interpretada através da arte, marcando determinados momentos históricos, ideológicos, econômicos e socioculturais em um determinado tempo histórico (14).
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Arte funerária. Cemitério de Bom Jesus. Foto: Paula Bastos, 2025. |
Através do estudo da arte funerária, "podem-se acompanhar as transformações acontecidas através de um tempo histórico em uma determinada sociedade" (14).
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A Pietá (representação de Maria recebendo Jesus deposto da Cruz) é um modelo escultórico muito presente nos Cemitérios a partir da virada do século XIX para o XX (14). Cemitério de Bom Jesus. Foto: Paula Bastos, 2025. |
Dessa forma, um estudo mais detalhado sobre a arte funerária nos cemitérios do município de Bom Jesus do Itabapoana talvez pudesse vir a contribuir para uma melhor compreensão de aspectos culturais de nossa população ao longo dos últimos séculos. Uma ressalva talvez seja necessária para o cemitério da sede, que foi transferido de local duas vezes, do Alto de Santa Rita passando pelo Morro do Calvário e se fixando depois, no século XX, na atual colina onde permanece até hoje. Com isso, muitos dos artefatos funerários do século XIX possivelmente se perderam, tornando-se nos tempos atuais possíveis objetos arqueológicos a espera de pesquisas mais apuradas.
Os artefatos funerários podem, inclusive, nos ajudar a contar um pouco mais da história local de tempos idos, pois ao se inscreverem sobre o sepulcro informações sobre o corpo morto, é possível ver, junto com o conjunto da arte funerária em geral, sobre cada túmulo “um memorial e um documento, cujos traços de escrita de uma memória coletiva é marca de uma sociedade histórica” (Ribeiro, 2005) (14).
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Túmulo de Pedro Gonçalves da Silva, Intendente de Itabapoana durante a primeira emancipação do município, em 1890. Cemitério de Bom Jesus. Foto: Claudia Bastos do Carmo, 2016, |
O enterro do Padre João Mendes Ribeiro pode ser considerado uma expressão de como os cemitérios refletem seu tempo histórico: atuando na paróquia de Santo Antonio do Itabapoana nas décadas de 1860 e 1870, por ser negro, não foi enterrado no cemitério local, mas sim em área de mato próxima ao cemitério. No ano de 2007, a população procedeu um desagravo ao ocorrido, e os restos mortais do Padre foram trasladados para a Capela de Santo Antonio, em Calheiros (15).
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Antigo Túmulo do Padre João Mendes. Calheiros. Foto: Jornal O Norte Fluminense, 2007. |
Podemos agregar que o próprio cemitério como um todo pode ser lido como uma página de seu tempo, como atesta hoje o Cemitério do Tardin. Nesse local há todo um conjunto de imagens que nos remete à memória de um passado hoje presente em seu duradouro muro de pedra e inscrições tumulares envolvidas em bucólica vegetação. O ambiente é carregado de lembranças e objetos de uma época em que se despontava a imigração europeia na região, a população vivia majoritariamente no ambiente rural e a mão-de-obra do trabalho no campo era majoritariamente escrava.
Século XXI: passado, presente e futuro
Hoje, no século XXI, é de se perguntar como estamos preservando em nossos cemitérios as memórias e histórias de nossa comunidade.
Enquanto os resquícios dos cemitérios antigos do Alto de Santa Rita e do Monte Calvário encontram-se imersos sob a terra, os demais ainda apresentam seus testemunhos materiais visíveis, embora muitos túmulos e artes funerárias estejam em franco processo de apagamento de memória.
Registros em processo de apagamento: Antonia (?) e Joa(?) H. (?), ambos falecidos em 1912. Cemitério de Bom Jesus do Itabapoana. Foto: Paula Bastos, 2025.
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Jesuína Gomes de Souza Azevedo, falecida em 1916. Foi integrante das primeiras gerações que se estabeleceram em Bom Jesus em meados do século XIX, tendo sido mãe da escritora Amelia Gomes de Azevedo. Cemitério de Bom Jesus do Itabapoana. Foto: Paula Bastos, 2025. . |
Experiências de cemitérios como espaço museal têm se desenvolvido ao longo do mundo, tornando-os testemunhos vivenciados de tempos que não são apenas passado, mas também presente e futuro. Muitos deles se transformam em pontos turísticos de suas localidades, havendo inclusive visitas guiadas que ajudam os visitantes a conhecerem melhor sobre a história local e regional de onde se situam (14).
Por fim, é de destacar a relevância de se considerar os cemitérios como registros importantes que se somam a documentos e imagens que iluminam nossas memórias sobre tempos e pessoas que aqui viveram e permanecerão para sempre.
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Referências
(1) Monitor Campista, Campos dos Goytacazes, 19.04.1887.
(2) Ata da Sessão da Câmara de São José do Avaí, 03.09.1889.
(3) Ata da Sessão da Câmara de São José do Avaí,10.1889.
(4) BASTOS, LUCIANO AUGUSTO. De Município a Distrito: Primeira Emancipação
de Bom Jesus do Itabapoana (1890-1892). Coleção Histórias de Bom Jesus v.1: Bom
Jesus do Itabapoana, 2008. 115p.
(5) COUTO, ROMEU. “Primavera do poeta” e mais 89 crônicas de
Romeu Couto. Editadas por Delton de Mattos, Rio de Janeiro: Textus, 2004.
(6) PADRE MELLO. O Cemiterio Velho. In: Jornal A Voz do Povo, Bom Jesus do Itabapoana, 22 nov 1930.
(7) BASTOS, LUCIANO AUGUSTO. Bom Jesus do Itabapoana nas folhas do Itabapoana em 1907: o primeiro jornal. Coleção Histórias de Bom Jesus, v. 3: Bom Jesus do Itabapoana, 2010. 300p.
(9) CARVALHO JUNIOR. O Cemiterio Velho. In: Jornal A Voz do Povo, Bom Jesus do Itabapoana, 01/11/1930.
(10) CEMITÉRIOS. A Voz do Povo, Bom Jesus do Itabapoana, n.411, 28/02/1942.
(11) CEMITÉRIOS. A Voz do Povo, Bom Jesus do Itabapoana, n.416, 04/04/1942.
(13) O Norte, Bom Jesus do Itabapoana, n.25, 01/11/1928.
(14) PAES, Sylvia. Oculta Exuberância: cemitérios como museus. Campos dos Goytacazes: Alves Coordenação Editorial & Assessoria Digital, 2022. Capítulo: Arte Funerária - Patrimônio, Memória e Educação Patrimonial, p. 172-189.