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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Cine Clube Arte entre Povos traz cinema ao ECLB no dia 5 de Agosto


No dia 5 de agosto (Sábado), o Espaço Cultural Luciano Bastos recebe o Cine Clube Arte entre Povos, com sessões especiais com entrada gratuita. O evento faz parte da programação do 8º Circuito Cultural Arte entre Povos em Bom Jesus do Itabapoana.


O primeiro filme será As Aventuras do Príncipe Achmed, que terá início às 17h. Também serão exibidos dois documentários produzidos em Bom Jesus do Itabapoana pelos cineastas Phillip Johnston e Rocio Salazar: Usinas, Santas e Sonhos, às 18h30min e Ecos de um Carnaval, às 20h. 

Confira a programação:


17h - As Aventuras do Príncipe Achmed (Die Abenteuer des Prinzen Achmed) – Alemanha, 1926 

Animação - Aventura - Romance - Fantasia
Direção: Lotte Reineger
Roteiro: Lotte Reineger
Duração: 65min. 

As Aventuras do Príncipe Achmed é um dos mais antigos filmes de animação da história do cinema. Ele foi realizado com a animação silhueta, técnica que a pioneira diretora alemã Reiniger tinha inventado, de manipular recortes de papelão e folhas finas de chumbo sob uma câmara. A história é baseada em "As Mil e Uma Noites", especialmente "a história do príncipe Ahmed e a fada Paribanou". Imperdível. 







18h30min - Santas, Usinas e Sonhos (2016)
Documentário
Direção: Phillip Johnston
Produção: Rocio Salazar

Aborda a ascenção e queda das usinas de cana de açúcar nas localidades de Santa Maria e Santa Isabel, em Bom Jesus do Itabapoana, RJ.

Confira a página Santas, Usinas e Sonhos, no facebook, aqui.




Bonecos gigantes do Tupy. Foto Phillip Johnston


















20h - Ecos de um Carnaval (2017)
Documentário
Direção: Phillip Johnston

Lançamento
Um olhar sobre o carnaval de rua tradicional de Bom Jesus do Itabapoana, município do norte fluminense, através de seus personagens. Pessoas que fizeram história e continuam fazendo a folia.


Antonio Francisco de Paula, artesão de bonecos gigantes, o Toninho do Tupy, carrega viva a história do carnaval bonjesuense. Foto Phillip Jonston.










Confira a página Ecos de um Carnaval, no facebook, aqui.





Phillip Johnston é cineasta brasileiro, Bacharel em Cinema pela Universidade Estácio de Sá, membro da equipe do Ramal Cineclube (SESC Engenho de Dentro, Rio de Janeiro). Realizador de oficinas de cinema para crianças e jovens, dirigiu diversos documentários no Brasil e no Peru, incluindo Preservação das Imagens em Movimento (2008), menção honrosa do júri ABD&C durante a XIII Mostra Internacional do Filme Etnográfico (Rio de Janeiro). Como produtor, trabalha, há dez anos, com a peruana Rocío Salazar.



Rocío Salazar é peruana, bacharel em Artes Cênicas, com especialização em Teoria Teatral pela UNI-RIO. Pós-Graduada em Gestão da Cultura com ênfase em Marketing Cultural pela Universidade Estácio de Sá. Fundadora de Encontros Latino-Americanos que tem o objetivo de promover o intercâmbio da produção artística de países latino-americanos de fala hispânica com o Brasil. Curadora de duas edições da mostra Raízes Negras Latino-Americanas (2006 e 2009). Produtora executiva dos documentários. Desde 2014 se dedica a criação de projetos educativos em audiovisual e produção.








Cine Clube Arte entre Povos
Dia 5 de agosto de 2017
A partir das 17h
Local: Espaço Cultural Luciano Bastos
         Pça. Amaral Peixoto 13
         Bom Jesus do Itabapoana - RJ
         https://www.facebook.com/eclb.cultura


terça-feira, 1 de novembro de 2016

A Liberdade é Azul: Cinema no ECLB



Estreou no dia 27/10, no ECLB, o I Ciclo de Exibições e Discussões Cineclube Debates - Espaço Cultural Luciano Bastos (I CEDCEC), com a apresentação do primeiro filme da Trilogia das Cores, de Krzvstof Kieslowski, "A Liberdade é Azul".

Após a exibição, o público presente compartilhou vivamente suas impressões e reflexões sobre o filme, permitindo a todos perceberem a riqueza e diversidade das abordagens que um clássico cinematográfico pode proporcionar. Aspectos filosóficos, históricos e comportamentais foram alguns dos temas destacados pelos participantes.

O debate foi mediado pelo professor de filosofia do IFFluminense, Rafael Tardin, que destacou no filme a possibilidade de "olhares sobre a liberdade e suas implicações em meio a vida humana". 

Confiram abaixo a íntegra do texto "Um olhar com cuidado sobre 'A Liberdade é Azul', de Kieslowski", de Rafael Tardin. 
                          





Um olhar com cuidado sobre "A Liberdade é Azul" de Kieslowski.

Rafael Tardin*

Enquanto proposta, o I Ciclo de Exibições e Discussões Cineclube Debates – Espaço Cultural busca promover um contato mais íntimo entre imagem e pensamento, cinema e reflexão, onde pessoas possam compartilhar de suas apreensões, ideias e emoções num ambiente livre e democrático.
O cinema então se apresenta como um pretexto para o encontro de olhares apurados sobre as entrelinhas da existência, no caso do primeiro filme exibido (“A Liberdade é Azul”) no I CEDCEC, olhares sobre a liberdade e suas implicações em meio a vida humana.

A premissa ou ponto de partida do filme é uma perda que implica à Julie uma liberdade forçada. Sem sua família, ela se vê desprovida de laços que, ao mesmo tempo que cativam sua existência, delimitam suas ações sempre numa direção de abandono de si em detrimento do compartilhamento do tempo livre com os mesmos. Ela se depara com um tempo livre que converge em tempo para si. Tempo esse de liberdade e, na mesma medida, de solidão. Nesse sentido, uma constatação emerge desse paradoxo: diante da perda há sempre um ganho. 

Não se trata de um ganho desejado, mas de um ganho imprevisível e incontrolável, que brota de dentro de cada evento ou fato compartilhado por nós em nossa existência, que parece efêmera e poderosa na película de Kieslowski. Desprovida do contato com seu marido e sua filha, Julie tem seus laços rompidos. Laços esses que sobrevivem em sua memória que teima em arrastá-la para uma dor profunda, prova de humanidade máxima, que é o sentimento de ausência. Perda essa irreparável, incontrolável, irreversível. Sua humanidade lhe trai. Diante da mesma, desaba e tenta acabar com o jogo. 

O fracasso de seu suicídio condiciona sua existência para uma situação além: incapaz de se matar, Julie (sobre)vive no embate constante de (re)significar sua relação com as pessoas, com a vida e com as coisas. Mesmo não procurando um novo sentido para sua existência, Julie se encontra a mercê da busca. Há como viver desprovido de qualquer laço?

Naquela condição, Julie percebe que as adversidades e os infortúnios da vida acabam ganhando tons irônicos. Em dias normais, ficar presa fora de sua casa ou apartamento numa noite fria poderia ser motivo de transtorno, raiva ou desespero. No entanto, após se deparar com o maior dos infortúnios, qualquer perda não impacta tanto assim. Cada nova adversidade é uma experiência inédita, pois é isso que ela constata no dia seguinte após sobreviver ao acidente: um novo dia, uma nova experiência. 

Não se trata de amar os infortúnios da vida, e sim de uma certa resiliência que de uma forma ou de outra é vida, é ganho. Até mesmo diante do infortúnio se ganha algo, pois não há como não ganhar: vida é transformação pura, nada se perde integralmente, tudo se transforma num fluxo de novos sentidos e significados.

A resiliência que se ganha é a tranquilidade do "deixar a vida bater (pelo menos naquele momento) pois não há o que fazer". Tranquilidade que é o render-se ao determinismo da vida sobre nós. Determinismo esse que se revela na falta de controle sobre as coisas que sempre nos escapam. Liberdade? Há liberdade diante das imensas possibilidades de eventos e fatos nos ocorrerem? Podemos controlar quando seremos felizes, tristes, ou quando coisas boas e ruins irão nos acontecer? Abdicar do controle sobre a vida é uma demonstração de resiliência que poucos conhecem. 

Quando abdicamos do controle nos libertamos do medo. Perdemos o medo da perda: o infortúnio não assusta tanto. A dor, as adversidades não nos machucam tanto. Nos tornamos resistentes à vida ao senti-la em sua máxima força nos momentos de perda. Quando algo nos é tirado, deparamos com o vazio natural que é ausência de sentido. 

A contribuição deixada para nós pelos eternos investigadores (filósofos) é que sempre estamos em busca de sentido. Não nos contentamos com sua ausência, pois é na presença de sentido que damos o passo inicial para construirmos as coisas que são importantes para nós.

Diante da perda há sempre um abalo, e nele um equívoco. Buscamos um parâmetro para o recomeço, que não é um novo início e sim continuidade. Lidar com os momentos de adversidade enquanto pontos de partida para novos ciclos é ignorar o seguinte fato: que faz parte de um mesmo ciclo os momentos de adversidade. Para a Filosofia, o sentido da crise não é a de apenas ruptura, mas sim de transição. Processo esse exemplificado na vida por meio do movimento incessante de destruição e construção de sentidos: estar vivo é se fazer presente na ausência de sentido, pois quando (se) tudo fizer (fizesse) sentido não haverá (haveria) mais necessidade de mover-se para além dele.

Não nos conformamos com aquilo que não tem sentido, logo que queremos sempre tornar seguro terrenos hostis que podem esconder os grandes mistérios da vida e do universo. Julie opta pelo desapego. Tenta, em vão, não construir laços, pois os vê como armadilhas, oportunidades para a dor entrar. Nesse processo, o desapego revela o valor material como mero detalhe. Revela que o valor da matéria não vem da matéria e sim de nós! O que se revela no desapego material não é a falsidade ou superficialidade que tais coisas representam e sim o processo pelo qual nós percebemos que o valor dado às mesmas vem de nós e não das coisas: uma laranja é fruta, mas para o garoto que anseia em jogar bola com os amiguinhos e não a tem (bola), laranja se torna bola. Afinal, o que é então a laranja? Fruta ou bola?

No desapego de Julie é possível perceber seu apego a certa esperança: a de que é possível viver sem ser triste. Novamente, não há como não ganhar nada. Em cada lágrima que derramamos ganhamos, na mesma medida, algo. Cabe a cada um de nós olhar com cuidado sobre as mesmas e lá, em algum lugar, encontrar aquilo que é só nosso. Um presente, um tesouro, um aprendizado. Mesmo que não se queira, há sempre um ganho na perda.

* Professor de Filosofia / Coordenador do Projeto de Extensão Cineclube Debates - Instituto Federal Fluminense




quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Trilogia das Cores de Kieslowski no ECLB






O Espaço Cultural Luciano Bastos e Cineclube Debates do IFF exibem a Trilogia das Cores, de Krzvsztof Kieslowski.


Nos dias 27 de outubro, 24 de novembro e 08 de dezembro, será exibida a Trilogia das Cores, do diretor polonês Kieslowski, inspirada nas cores da bandeira francesa e em seus ideais. Com a exibição de um filme por mês, esta mostra faz parte do projeto "I Ciclo de Exibições Cineclube Debates - Espaço Cultural: a arte da vida na Trilogia das Cores".

 As cores azul, branco e vermelho compõem o cenário e se relacionam à trama de cada filme da trilogia, que são: A Liberdade é Azul (Trois Couleurs: Bleu, 1993), A Igualdade é Branca(Trois Couleurs: Blanc, 1993) e A Fraternidade é Vermelha (Trois Couleurs: Rouge, 1994).




 O primeiro filme da trilogia, “A Liberdade é Azul”, recebeu o Leão de Ouro (melhor filme e melhor atriz, com memorável interpretação de Juliette Binoche), será exibido no dia 27 de Outubro (Quinta-feira), às 19 horas. Entrada gratuita. Classificação indicativa: 18 anos.


O segundo filme da trilogia é "A Igualdade é Branca", premiado com Urso de Prata (melhor diretor), será exibido no dia 24 de Novembro.





O terceiro filme da trilogia, "A Fraternidade é Vermelha", com várias indicações, entre elas para o Oscar (melhor diretor, melhor fotografia e melhor roteiro original), será exibido no dia 08 de Dezembro.



Como já é de costume, após a sessão, bate-papo sobre o filme, tendo como mediador o Professor Rafael Tardin.




Sobre os filmes  
(sinopse: Rafael Tardin)

A Liberdade é Azul 
Data: 27/10/2016
Às 19h
Local: Espaço Cultural Luciano Bastos


Julie, interpretada por Juliette Binoche, se depara com a liberdade após a morte de seu marido e de sua filha em um acidente de carro. A protagonista decide, então, se desfazer de todos seus bens, mantendo apenas o necessário para viver com conforto. Ela se muda para um apartamento longe de todos seus conhecidos e de qualquer lembrança sobre o ocorrido. Essa atitude seria uma fuga ou uma extrema liberdade em relação a tudo?

Seu marido era um reconhecido compositor, porém Julie compunha grande parte de suas músicas sem levar créditos por isso. Porém, ela não se demonstra incomodada com essa situação, e aparentemente, ela não faz questão de ter seu nome nas músicas. Assim, percebe-se que mesmo antes de sua perda, Julie já não era apegada a valores e bens convencionais.

Julie, logo no início do filme, é questionada por não estar chorando. A personagem não sofre do jeito que se espera de uma pessoa que passa por uma perda grande como a dela. Ela abraça sua dor em silêncio, sem grandes demonstrações de desespero. Julie aceita sua liberdade com resignação.

A obra mostra uma visão de liberdade diferente da que estamos acostumados: ela envolve solidão e falta de envolvimento emocional com objetos e pessoas, além de nem sempre ser uma questão de escolha.

Lançamento:1993 (1h40min)
Direção: Krzysztof Kieslowski
Elenco Juliette Binoche, Hélène Vincent, Emmanuelle Riva

Gênero: Drama
Nacionalidades Suíça, Polônia, França.


                                         ***


A Igualdade é Branca 
Data: 24/11/2016
Às 19h
Local: Espaço Cultural Luciano Bastos

O segundo filme da trilogia é sobre um cabeleireiro polonês, chamado Karol (Zbigniew Zamachowski), que se casa com uma francesa, chamada Dominique (Julie Delpy). Karol passa por situações horríveis depois que sua esposa pede divórcio pelo fato de o casamento dos dois não ter sido consumado. O que acontece com Karol se dá não só pelo extremo azar do personagem, mas também pela maldade gratuita da maioria das pessoas que passam pelo caminho dele. 

Seria a delicadeza interpretada como fraqueza em nossa sociedade? Encontrar uma pessoa numa situação pior que a sua é justificativa para humilhá-la? Essa crítica à sociedade é explicitada no filme, que mostra que quando alguém se demonstra vulnerável, a tendência da maioria das pessoas é abusar dessa situação. 

E é por isso que o protagonista decide ganhar dinheiro e se vingar de sua ex-esposa. Karol não deixa de ser uma pessoa extremamente sensível, mas mesmo sofrendo, ele segue com seus planos. Apenas a partir do momento que ele começa a se impor, as pessoas passam a respeitá-lo. Mesmo assim não é uma situação de igualdade, pois Karol é respeitado após se tornar superior aos outros. 

A pergunta que fica é: a igualdade tem espaço numa sociedade tão competitiva e individualista como a nossa?



Lançamento 1994 (1h 31min)
Direção: Krzystof Kieslowski
Elenco: Julie Delpy, Zbigniew Zamachowski, Janisz Gajos
Gêneros: Drama, Comédia, Romance
Nacionalidades Polônia, França, Suiça


                               ***


A Fraternidade é Vermelha 
Data: 08 de Dezembro
Às 19h
Local: Espaço Cultural Luciano Bastos

O último filme da trilogia conta a história de uma estudante e modelo chamada Valentine, interpretada por Irène Jacob. Em uma noite, ao se distrair trocando as estações de rádio de seu carro, Valentine acaba atropelando uma cadela. Através da coleira ela localiza seu dono e vai atrás dele. É assim que a personagem acaba conhecendo um juiz aposentado, que demonstra muita apatia e infelicidade. 

Depois, através de outro acaso, Valentine acaba indo de novo na casa desse juiz e descobre que ele ouve a conversa de seus vizinhos. A primeira reação dela é sentir asco, mas ao desenrolar a história, os dois se tornam amigos. 

Percebe-se que as reações do juiz e de Valentine ao ouvirem as conversas de telefone eram diferentes. O juiz as usava para reafirmar sua descrença na sociedade. Já Valentine acreditava que aquela era apenas uma face das pessoas, que poderiam ser boas em outros aspectos de suas vidas. Essa visão otimista acaba contagiando o juiz, que muda seu jeito de viver a partir da convivência com Valentine.

Lançamento 1994 (1h 39min)
Direção: Krzystof Kieslowski 
Elenco: Irène Jacob, Jean-Louis Trintignant, Jean-Pierre Lorit
Gêneros: Drama, Romance 
Nacionalidades Polônia, França, Suiça






quarta-feira, 10 de agosto de 2016

7º Circuito Cultural traz Cinema e Teatro ao ECLB
















A tarde e  noite de sábado, dia 06/08, foram muito especiais para o Espaço Cultural Luciano Bastos, que recebeu a programação de Cinema e Teatro, com entrada franca, oferecida pelo Circuito Cultural Arte entre Povos, evento que se inicia em Bom Jesus do Itabapoana. Em sua 7ª edição, o Circuito Cultural acontece em sete municípios, abrangendo RJ, ES e MG, e é uma ótima oportunidade de se entrar em contato com a cultura de outros povos.

Na parte da tarde, a Cia de Teatro América Latina, de Guaçuí - ES, apresentou a interessante peça teatral "A gaivota de Hamlet", em que os personagens refletem sobre o próprio "fazer artístico" dos atores. Em cena contracenaram Bianca Gonçalves, no papel de uma atriz que está ensaiando Hamlet, e Willliam Valadão.

Ao longo do dia diversos filmes encantaram o público: na parte da tarde foram exibidos curtas-metragens de desenhos animados do início do século XX, dentre os quais o primeiros desenhos animados argentino e brasileiro. Também houve sessão do filme brasileiro Bonequinha de Seda, de 1936, em que participou Gilda de Abreu e a atriz cubana Conchita de Moraes, que deu nome ao antigo cine teatro da Usina Santa Maria. No início da noite, o pianista Luis Otávio Barreto musicou diversos curtas-metragens do espanhol Chomón, em uma apresentação como nos "velhos tempos", em que o cinema mudo era acompanhado de música ao vivo.

Toda a programação de cinema foi especialmente preparada pelo cineasta Phillip Johnston e pela produtora cultural Rocío Salazar, que fizeram uma explanação ao público sobre os filmes apresentados.


Encerrando a programação, ocorreu o lançamento do documentário "Santas, Usinas e Sonhos", de Phillip Johnston, produzido Rocío Salazar, que emocionou o público, ao abordar a memória afetiva de trabalhadores e proprietários das antigas Usinas Santa Maria e Santa Izabel, em Bom Jesus do Itabapoana, RJ.











Foto Aline Mangaraviti