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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Elcio Xavier: Imagens do Tempo Perdido



Neste 03 de maio, o poeta e escritor bonjesuense Elcio Xavier completa, com muita vitalidade e disposição seus 97 anos de idade. Nascido em 03 de maio de 1920, com uma vida cheia de histórias para contar, Elcio fará o lançamento da segunda edição de seu livro Rosaquarium, lançada pela Editora O Norte Fluminense, no dia 06 de maio, às 19h, no ECLB.

A equipe do Espaço Cultural Luciano Bastos deseja muitas felicidades nesta data tão especial. Parabéns!

      

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

D. Carmita, aluna, professora e diretora do Colégio Rio Branco


        
MARIA DO CARMO BAPTISTA DE OLIVEIRA – a D. CARMITA, um dos nomes mais importantes de Bom Jesus do Itabapoana na área da educação no século XX, iniciou os estudos no Colégio Rio Branco desde a sua fundação, em 1920, ali permanecendo até sua aposentadoria, em 1979, deixando um grande legado em nossa terra.
Na semana em que comemoramos o Dia do Professor, nossa homenagem e todo o nosso reconhecimento a uma vida dedicada ao ensino e ao Colégio Rio Branco.
Consta, no acervo do ECLB, uma concisa biografia, realizada em 1992, pelas alunas do 2º ano do Curso de Formação de Professores do Colégio Rio Branco, sob coordenação das Professoras Walesca Araújo Coelho e Keli Cristina Tardin dos Santos, que aqui trazemos para que se possa conhecer um pouco mais sobre ela.

  
Augusto Teixeira de Oliveira e Maria da Conceição Baptista de Oliveira, 
pais de D. Carmita, em fotografia pertencente à família

PROFª. MARIA DO CARMO BAPTISTA DE OLIVEIRA 
 D. Carmita

Nasce em 12/12/1908, no município de João Pessoa (ES). 
Seus pais: Augusto Teixeira de Oliveira e Maria da Conceição Baptista de Oliveira, de tradicional família bonjesuense.
Fundado o Colégio Rio Branco em 1920 pelo Prof. José Costa Jr., ela foi uma das primeiras alunas ali matriculadas. Em 1928, no mesmo Colégio, começou a lecionar ministrando aulas de História Geral e do Brasil.
Em 1939, convidada pelo sr. Olívio Bastos, Diretor Comercial do Rio Branco, assumiu a Direção Técnica do tradicional educandário, desenvolvendo uma atuação brilhantíssima que marcou época na história educacional bonjesuense.
D. Carmita – como era mais conhecida – fazia parte de uma família excepcional de educadores, todos, como ela, com seus estudos iniciados em 1920 no Colégio Rio Branco, como: Dr. Francisco Baptista de Oliveira (Dr. Chiquinho), Profª. Clarice Baptista de Oliveira Jesus, Profª. Maria José Baptista de Oliveira, Profª. Zilda Baptista de Oliveira Teixeira, Profª. Geny Baptista de Oliveira Silva.
Ao se afastar da Direção do Colégio Rio Branco, face sua aposentadoria, na década de 70, D. Carmita ainda dedicou alguns anos de sua preciosa existência ao Ensino oficial no Estado do Rio de Janeiro, lecionando no C.E. Padre Mello, quando era Secretário de Educação e Cultura do Estado o Prof. Dr. Delton de Mattos, seu ex-aluno.
Faleceu nesta cidade no dia 23/10/1980.



                                      ***

A seguir, três ex-alunos do Rio Branco, o desembargador Ademir Paulo Pimentel, a Professora Therezinha Chalhoub de Oliveira e o desembargador Nivaldo Xavier Valinho, relembram a educadora.

Dr. Ademir Paulo Pimentel 
(04.10.1980, durante as comemorações do 60º aniversário de fundação do educandário)

"... e pude então voltar ao passado e me lembrar aquele dia em que meu pai levou-me ao 'Rio Branco' e disse: 'dona Carmita, de agora em diante o Ademir está entregue à senhora!'. Confesso que não me recordo a verdadeira reação, porque tomado daquele medo característico do adolescente, que de forma errada e distorcida, via em dona Carmita, ao contrário do que realmente era, a encarnação da violência. Se naquela época a olhava sob o clima de terror, hoje a reverencio como símbolo do amor, eis que a Deus, aos meus pais e a ela, devo o que sou, não desconhecendo outros que, em escala menor, constituiram-se em elementos construtores do meu caráter. Posso ter uma orelha um pouco mais esticada do que possuía antes de ingressar no 'Rio Branco'; posso não ter compreendido em tempo útil os castigos, as repreensões, os retornos à tarde para o estudo e até mesmo aqueles dias em que fiz dos gabinetes o 'refeitório' da não muito suculenta e agradável refeição. Mas uma coisa eu posso afirmar: sou homem, embora com as limitações naturais oriundas de minhas fraquezas humanas, porque fui criado com disciplina. E eu me recordo que naqueles tradicionais 'castigos', de uma frase não me esqueci: (também pudera! Eram mil vezes, quando não era possível o incômodo uso dos três ou dois lápis que facilitavam o serviço) 'a disciplina é o fator do progresso'. Alguns já levavam copiado de casa!

Nos sessenta anos do 'Rio Branco', não poderia, dona Carmita, silenciar-me. Quanto lhe devo! E quantos lhe devem um tributo imperecível de gratidão e que eu virtude das lutas da vida, nem sempre podemos demonstrar em atitudes o nosso sentimento! (...)

Portanto, dona Carmita, nos sessenta anos do 'Rio Branco', receba o nosso reconhecimento e nossa gratidão. Em meu nome e de milhares de outros, que espalhados pelo nosso Brasil, tiveram o seu caráter moldado pelo respeito, pela disciplina.
Obrigado, dona Carmita!"


Profª. Therezinha Chalhoub de Oliveira
(13.11.1987, na inauguração de seu retrato como patrono do CIEP D. Carmita)
"Sinto-me deveras honrada e feliz por ter sido aluna de D. Carmita. Com que gosto e entusiasmo discorria sobre fatos e datas de nossa História; sobre as notáveis e grandes civilizações narradas e descritas à luz da História geral; sobre a organização política e social do Brasil. Nas lições punha ordem e objetividade para nos ver logo adiante alcançar o domínio da matéria; era exigente quanto ao comportamento em salas de aula ou no pátio, certa de que o domínio das boas maneiras fortalece e purifica o temperamento."

Dr. Nivaldo Xavier Valinho 
(17.11.1995, nas comemorações do 75º aniversário de fundação do educandário)
"Nesta noite, meus amigos é preciso que voltemos no tempo 75 anos atrás; imaginemos uma Bom Jesus daquela época: um punhado de casas; um pequeno grupo populacional; uma pequena comunidade sequiosa de independência, de maioridade e, convenhamos, só o talento e a coragem de uns poucos visionários, poderiam ensejar à nossa terra tão grande incentivo à cultura, às letras e à educação; a fundação de uma Escola que viria marcar indelevelmente as gerações futuras de Bom Jesus.(...)

Mas, a História do Colégio Rio Branco não se dissocia da História de Bom Jesus: os mesmos momentos de ousadia; iguais tormentos de crises, mas sem esmorecimentos porque amparados um e outro no que esta terra possui de mais singular, ante os demais rincões brasileiros: a força de sua comunidade. Bom Jesus possui esta virtude ímpar, que atravessa os tempos; seu povo sempre soube quando unir-se sob uma mesma bandeira, quando mais alto se descortina o interesse de todos.

Deparando intransponíveis exigências do MEC nas altas taxas para os educandários reconhecidos, o Rio Branco soçobrava, perdendo sua oficialização, mas logo encontrou amparo na sobrevida quando uma JUNTA INTERVENTORA, constituída pelos valorosos homens da comunidade, OLIVIO BASTOS, JOSÉ DE OLIVEIRA BORGES (então Prefeito) e JOSÉ MANSUR, passou a administrá-lo, restabelecendo sua oficialização e garantindo sua continuidade, sempre mantida a qualidade de seu ensino.

Iniciou-se aí uma administração duradoura, comandada por OLIVIO BASTOS, e a era de uma Diretora que marcou a vida estudantil de gerações de bonjesuenses: MARIA DO CARMO BAPTISTA DE OLIVEIRA – a D. CARMITA. Tinham tudo para fracassar numa convivência profissional: ele, quase um lord; um inglês por formação, dada sua convivência com os construtores da estrada de ferro: discreto, paciente, mas indomável; D. CARMITA, toda ímpeto, dedicação integral e diuturna ao Colégio; disciplinadora inflexível.

Essa convivência, entretanto, varou décadas. “Seu Olívio” passou à história como o proprietário compreensivo e de grande visão administrativa. D. Carmita soube adequar sua missão às diretrizes de Olívio Bastos, sem abdicar de sua forte personalidade e do temperamento dominador, que entretanto, visavam o progresso do Rio Branco e o futuro de seus alunos.

Certo, porém, quanto a ela, que nenhum de nós, ex-alunos da geração D. CARMITA, não consegue permanecer silente em qualquer sala daquela Casa sem perceber seus passos firmes ao longo dos corredores; ainda hoje, esta sensação ocorreu-me, na sentimental visita feita à antiga Escola.

Reverenciamos a figura de D. CARMITA pelo tanto que dedicou ao Colégio Rio Branco e ao nosso aprimoramento educacional. Sem a visão de futuro que ela inegavelmente possuía, quantas e quantas vezes me rebelei a cada “indicação voluntária” que me era feita para declamações, teatros, grupos de canto, monólogos, etc. etc. nas festivas reuniões do “Grêmio Humberto de Campos”, atividades que mais tarde me valeriam – e muito – na vida profissional a que a vocação me conduziu. Assim comigo, igual a tantos e tantos outros colegas.

Possuía D. CARMITA o dom de descobrir em cada qual uma virtude às vezes oculta, que, trabalhada, se transformava numa qualidade desconhecida do próprio aluno."

                               ***
                             

Abaixo, trecho do artigo do jornalista Sílvio Fontoura no jornal A Notícia, de Campos dos Goitacazes, em 16/12/1943, noticiando a comemoração, no Colégio Rio Branco, do aniversário da educadora.
   










A seguir, a ex-aluna e professora do Rio Branco, a então normalista Neumar Monteiro homenageia a mestra no jornal escolar A Voz do Estudante.

Prof.ª e poetisa Neumar Monteiro
(1966, A Voz do Estudante)


   


Dr. Luciano Bastos, Maria das Graças Couto, Leny Borges Bastos,Prof.ª Maria do Carmo Baptista de Oliveira, Prof.ª Olívia Freitas.



Sala da antiga Secretaria do Colégio Rio Branco, preservada pelo Espaço Cultural Luciano Bastos, tendo ao fundo fotografia da aluna, professora e diretora Maria do Carmo Baptista de Oliveira. Foto Diadorim Ideias/Cris Isidoro




É permitida a reprodução do conteúdo deste blog em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, desde que citada a fonte e o autor.


sábado, 7 de maio de 2016

Feliz Dia das Mães!






















O Espaço Cultural Luciano Bastos deseja a todas as Mães um dia muito Feliz!

Juntos, mães e filhos visitam ou desfrutam diversos eventos culturais no ECLB ao longo dos últimos anos.




quinta-feira, 9 de abril de 2015

ECLB receberá homenagem em Laje do Muriaé



O ECLB foi criado em 2011 para conservar o prédio histórico do Colégio Rio Branco e seu acervo, além de promover atividades culturais.


    O Espaço Cultural Luciano Bastos receberá homenagem do Congresso Sociedade Cultura Latina Seção Brasil, Senadoria Cultural do Estado do Rio de Janeiro, em Laje do Muriaé.
   A iniciativa partiu da diretora de Cultura de Laje, Maria Beatriz Silva, que vem se destacando por sua atuação como dinâmica agente cultural.
   O evento será realizado na Casa de Cultura Dr. Manoel Ligiéro, a partir das 14h do dia 11 de abril, quando também serão homenageadas diversas personalidades e instituições culturais que se destacam no meio cultural de Laje e região.
   A equipe do ECLB se sente honrada com a homenagem.




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Homenagem aos nossos Mestres: Clarice Baptista de Oliveira

                                                                     


                                               

        Nesse 15 de outubro, em que comemoramos o dia do professor, voltamos o pensamento a todos os professores que passaram pelo Colégio Rio Branco.
        Na pessoa da Professora Clarice Baptista de Oliveira saudamos e homenageamos todos vocês, Professores, dizendo: muito obrigado!

       Em abril de 1981, os alunos Vilza Carla e Ederaldo entrevistaram a querida Professora Clarice para o jornal “O Rio Branco”, onde declararam a seu respeito que "a sua juventude é permanente porque conserva o receptivo ao que é belo, bom e grandioso. Receptivo às mensagens da natureza , do homem, do infinito."

              Destacamos trecho da entrevista:

"- Como se sente orientando os futuros homens de Bom Jesus, ou seja, do Brasil?

  - Sinto-me feliz, cônscia de estar desempenhando a missão de professora, que é a de divulgar o amor a Deus, ao ensino e à aprendizagem."













sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Tem Criança no ECLB!


             

      Ao longo desses três anos, o Espaço Cultural Luciano Bastos tem recebido crianças que participaram tanto das visitas escolares como das atividades culturais que promovemos.
       Em homenagem ao Dia das Crianças, comemorado no próximo dia 12, reunimos algumas imagens registradas, desejando a elas muita arte, poesia, cultura...

          FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

GEORGINA (NINA) MELLO E AMÍLCAR GONLÇALVES: HOMENAGEM AOS 90 ANOS

                                                                        
Os homenageados da noite: Amílcar Gonçalves e Nina Mello

       A pianista Georgina (Nina) Mello e o violonista Amílcar Gonçalves, prestes a comemorar 90 anos de idade e com uma vida inteira dedicada à música, foram homenageados pelo 5º Circuito Cultural Arte entre Povos na noite de sexta-feira, 8 de agosto, no Espaço Cultural Luciano Bastos.
                                                           

     
          O Coral Santa Rita de Cássia e o Grupo Musical Amantes da Arte abriram a apresentação com um belo momento de louvor.






      Em seguida, sob o comando de Ana Maria Teixeira, o Grupo Musical Amantes da Arte se apresentou trazendo alegria e emoção aos homenageados e público presente.




Jussara Ofrante e Pininha: flores aos homenageados 
                                                                           
                                                                                   

      Em seguida apresentaram-se alunos da Escola de Música JEMAJ, coordenada pela Prof. Anísia Pimentel dos Santos. 














          Em seguida apresentou-se a Escola de Música Cristo Rei, coordenada pela Prof. Marise Xavier.





Prof. Marise Xavier

       Em seguida apresentaram-se alunos da Escola de Música Cristo Rei, coordenada pela Prof. Marise Xavier. 


Antonio Bendia Jr.




Luis Otavio Barreto



Nina Mello cercada pelos familiares




















sábado, 8 de fevereiro de 2014

Luciano Bastos: três anos sem ele!

Na foto, Luciano Bastos, que sempre se dedicou a causas comunitárias, no Jubileu de Ouro do Rotary Club, em 13 de Junho de 1997, ocasião em que foi o orador oficial




   
Se estivesse vivo, o advogado e político Luciano Augusto Bastos completaria 86 anos no dia 21 de janeiro. Ele, que também foi jornalista e professor, morreu no dia 08 de fevereiro de 2011.

Durante toda a sua vida dedicou-se à Educação, tendo sido, por mais de 50 anos, Diretor do Colégio Rio Branco.

Luciano Bastos foi casado com Leny Borges Bastos, com quem teve quatro filhos: Claudia Martins Borges Bastos do Carmo, Gino Martins Borges Bastos, Francia Martins Bastos da Silveira e Paula Martins Borges Bastos.

Seus filhos, como homenagem, deram seu nome ao Espaço Cultural que preserva a memória do Colégio Rio Branco e ali se propõem a investir em tudo que ele sempre valorizou.

Parece que foi ontem, mas já se vão três anos sem ele!

Desejamos, por isso, relembrá-lo com carinho, dedicando-lhe o poema “Faz escuro, mas eu canto”, do poeta amazonense Thiago de Mello.


          Faz escuro mas eu canto,
          porque a manhã vai chegar.
          Vem ver comigo, companheiro,
          a cor do mundo mudar.
          Vale a pena não dormir para esperar
          a cor do mundo mudar.
          Já é madrugada,
          vem o sol, quero alegria,
          que é para esquecer o que eu sofria.
          Quem sofre fica acordado
          defendendo o coração.
          Vamos juntos, multidão,
          trabalhar pela alegria,
          amanhã é um novo dia.





segunda-feira, 30 de setembro de 2013

JUNTOS NO ECLB, AMÍLCAR E CONVIDADOS SE APRESENTAM EM SHOW BENEFICENTE DEDICADO A LUCIANO BASTOS

       Uma sucessão de músicos, compositores, poetas e amigos se apresentaram na sexta-feira 27 de setembro, no auditório "D. Carmita", no ECLB, em homenagem a Luciano Bastos.O show, idealizado pelo violonista Amílcar Gonçalves, angariou donativos para o Lar de Idosos Padre Gabriel, de Bom Jesus do Norte e teve apoio do Supermercado Varejão.
                                                
Amílcar Gonçalves, idealizador do evento
                               
     Há alguns anos atrás, o violonista Amílcar Gonçalves ouviu do amigo de infância Luciano Bastos um pedido: que organizasse uma apresentação musical onde pudesse mostrar seu talento.



Amílcar Gonçalves e Luciano Bastos


      Na noite de sexta-feira, Amílcar cumpriu o que prometera ao amigo, que faleceu no dia 8 de fevereiro de 2011, aos 83 anos de idade. E o fez no Espaço Cultural que leva seu nome, homenageando-o com uma belíssima apresentação musical.

       Os irmãos Claudia e Gino Bastos, representando a família, ao lado de Amílcar,  ouviram as emocionadas palavras da dra. Nísia Campos, presidente do ILA, que destacou a forte amizade dos amigos de infância.
                                                                                                          
Nísia Campos, Claudia Bastos, Amílcar Gonçalves e Gino Bastos

                                                                                                                   
Amílcar Gonçalves e seus convidados foram chamados ao palco antes de se apresentar.
                
               Os participantes do evento:

        Amílcar Gonçalves, Ana Maria Teixeira Baptista, Antonio Francisco de Paula (Toninho do Tupi), Cristovam Colombo Pires, Cristina Machado (Pininha), David Assad Muniz, Gutemberg Mello, Janice do Carmo, Jussara Ofrante, Marisa Valinho, Martha Salim, Marnize Matta, Olivia, Vânia Lissa, Maria Lúcia Borges, Márcio, Neumar Monteiro, Nísia Campos e Renato Imagem.

                      
                                                                   

                                                                 



         O som do violão de Amílcar Gonçalves, que se harmonizou com o piano de David Assad Muniz, o atabaque de Cristovam Colombo Pires, o pandeiro de Antonio Francisco de Paula (Toninho do Tupi) e o acordeon de Ana Maria Teixeira Baptista, foi a base do show musical.

Ana Maria Teixeira Baptista: acordeon.
                                       
                                              Cristovam Colombo Pires: atabaque                                      
Antonio Francisco de Paula (Toninho do Tupi): pandeiro
David Assad Muniz: piano.



Amílcar Gonçalves: violão

Jussara Ofrante, apresentadora do evento.

          A apresentação do evento coube a Jussara Ofrante, que, de modo alegre e descontraído, conduziu muito bem as atrações da noite: os talentosos artistas de nossa terra.
                                                                             
Marisa Valinho: "Hino de Ação de Graças"



Janice do Carmo: "Onde Anda Você?", de Hermano Silva e Vinícius de Moraes.
                                                                            






                        Vania Lissa: "Yesterday", de Lennon e McCartney.                                                                                                                                


                                                                                
Martha Salim: "Na Baixa do Sapateiro", de Ary Barroso e "Lígia", de Tom Jobim.


Ana Maria Teixeira Baptista: "Only You", de Buck Ran.


                                                                                                                                   
Gutemberg  Mello: "Se todos fossem iguais a você", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes...


... e "Tocando em Frente", de Almir Sater e Renato Teixeira
                                                                                                                                                                                                                    
Janice do Carmo e Maria Lúcia Borges: "Samba em Prelúdio", de Baden Powell e Vinícius de Moraes


Renato Imagem, Márcio e Olívia: "Ela é Carioca" e "Água de Beber", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.



Agradecimento de Martha Salim, em nome dos colegas, ao músico David Assad Muniz.



Maria Lúcia Borges: "Foi Deus", de Adalberto Janes.


Amílcar Gonçalves e David Assad: "Wave", de Tom Jobim; e "A Felicidade", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.


Marnize Matta: "Garota de Ipanema" e "Chega de Saudade", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.


Cristina Machado (Pininha): "Teco-Teco", de Pereira da Costa e Milton Villela.





Marisa Valinho: Poup-Pourri - "Samba da minha Terra", de Dorival Caymmi; "Com que Roupa", de Noel Rosa; e "De Conversa em Conversa", de Haroldo Barbosa e Lúcio Alves.

                            Ana Maria, Amílcar e David: "Granada", de Agustin Lara                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                
Grupo Musical Amantes da Arte

                                                                                                    
Grupo Musical "Amantes da Arte": "Estão Voltando as Flores", de Paulo Soledade...

... e "Carolina", de Chico Buarque.
                                                                          

David Assad acompanhou o Grupo Musical Amantes da Arte.











Martha Salim: Declamação de "Eu Sei Que Vou Te Amar", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.

Grupo Musical "Amantes da Arte", acompanhados por Ana Maria ao piano: "Marcha a Bom Jesus", de Salim Tannus.


       Ao final todos, artistas e presentes, cantaram "Marcha a Bom Jesus", de Salim Tannus, numa bela homenagem a nossa cidade.




Vejam mais fotos do evento:




Ester Gonçalves Borges, Amílcar Gonçalves, dr. José Cabral de Mello e Zélia, Marquinho Nogueira, Elza Nogueira e Missinha Lumbreras.


Maria Julia Gomes Mello, Maria José Machado de Assis e Elizabeth Machado de Assis: esposa , mãe e irmã do cantor e compositor Gutemberg Mello.

Ester Gonçalves Borges, Maria Lucia Borges e Marisa Valinho

Wilma Borges Reis, Alba Lívia Travassos do Carmo e Maria do Socorro Dias Fragoso


Dra. Nisia Campos Teixeira

Liliane Ribeiro Gonçalves com a pequena Maria Fernanda



















Marnize Matta e Jussara Ofrante


Amílcar Gonçalves e a irmã, Ester Gonçalves Borges




Confira, no link abaixo, uma das apresentações de Amílcar e convidados.